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Sono REM: Como afeta o sono? Artigo do blog BF Casa

Por que você acorda cansado? Entenda o sono REM e como dormir melhor

Oito horas na cama. Você conseguiu: atingiu tão sonhada a quantidade recomendada de sono! E, mesmo assim, a sensação é a de ter dormido mal, cabeça pesada, corpo doendo, paciência no limite antes mesmo do café da manhã.

Se isso soa familiar, saiba que o problema provavelmente não está em quanto você dorme, mas em como você dorme.

Existe uma fase do sono que é responsável por boa parte da sua recuperação mental e emocional. Ela se chama sono REM, e entender o que acontece durante ela pode mudar completamente a forma como você enxerga o descanso noturno.

Hoje, vamos entender de uma vez por todas como você pode melhorar seu sono REM para acordar leve, com aquela sensação de renovação!

O que é o sono REM, e por que ele é tão importante?

REM é uma sigla em inglês para Rapid Eye Movement (Movimento Rápido dos Olhos). É durante essa fase que os olhos se movem rapidamente sob as pálpebras, o cérebro fica extremamente ativo e, não por acaso, os sonhos mais vívidos acontecem.

Mas o sono REM não é só o “filme da noite”. Ele desempenha funções que vão muito além do entretenimento inconsciente.

Consolidação da memória:

Estudos publicados em periódicos de neurociência indicam que o sono REM está associado ao processo de consolidação das memórias, ou seja, é durante essa fase que o cérebro organiza e armazena o que foi aprendido ao longo do dia. Aquela sensação de “entender melhor” algo depois de uma boa noite de sono tem base fisiológica real.

Processamento emocional:

O sono REM também parece funcionar como uma espécie de “câmara de descompressão” para as emoções. Durante essa fase, o cérebro reprocessa situações estressantes com uma carga emocional reduzida, o que pode explicar por que um problema que parecia enorme à noite parece mais manejável pela manhã.

Restauração do sistema nervoso:

A privação do sono REM está associada a maior irritabilidade, dificuldade de concentração e sensação persistente de fadiga, mesmo em pessoas que passam horas suficientes na cama.

O sono REM acontece em ciclos, e os mais importantes são os últimos

O sono se organiza em ciclos de aproximadamente 90 minutos, alternando entre fases mais leves, fases de sono profundo e o sono REM. O que muita gente não sabe é que os blocos de REM ficam progressivamente mais longos ao longo da noite. Os maiores e mais restauradores acontecem nas últimas horas do sono.

Isso significa que acordar várias vezes durante a noite, mesmo que você “volte a dormir rápido”, pode estar te privando justamente das fases mais valiosas do ciclo. E aqui começa a conexão que muita gente ignora.

A conexão que poucos fazem: o que o seu colchão tem a ver com o sono REM?

Na foto: Colchão Astronasa, com molas ensacadas, espuma D33 e pillow top em viscoelástica NASA.

Durante o sono REM, acontece algo fascinante chamado atonia muscular, uma espécie de paralisia temporária e voluntária que o próprio sistema nervoso ativa. Essa imobilidade existe por uma razão protetora: impede que o corpo execute fisicamente os movimentos que acontecem nos sonhos.

O paradoxo? Para que essa imobilidade aconteça de forma plena e ininterrupta, o corpo precisa estar em uma posição confortável o suficiente para “esquecer” que está numa cama.

Quando o colchão não oferece o suporte adequado para a coluna, cria pontos de pressão nos ombros, quadril e lombar, e o sistema nervoso central, mesmo sem você perceber, emite um sinal de alerta. O resultado são os chamados microdespertares: pequenas interrupções do sono, tão breves que você sequer se lembra delas pela manhã, mas suficientes para quebrar o ciclo REM e impedir que ele atinja as fases mais profundas e restauradoras.

É por isso que duas pessoas que dormem exatamente o mesmo número de horas podem acordar com experiências completamente diferentes, e a diferença pode estar literalmente embaixo delas.

Alinhamento da coluna: a base do descanso profundo

Quando a coluna mantém seu alinhamento natural durante o sono, sem curvaturas forçadas para compensar um colchão muito mole ou pontos de pressão gerados por um colchão muito rígido, o corpo encontra a estabilidade necessária para manter a imobilidade do REM sem interrupções.

Tecnologias como molas ensacadas, que se adaptam de forma independente ao peso e contorno do corpo, e materiais como a espuma viscoelástica (popularmente chamada de espuma NASA), que distribui a pressão de forma uniforme, existem exatamente para isso: reduzir os estímulos físicos que tiram o corpo do sono profundo.

Check-list: o seu colchão está sabotando o seu sono REM?

Antes de responder “não” automaticamente, reflita sobre os sinais abaixo:

  • Você acorda com sensação de travamento na lombar, pescoço ou ombros?
  • Sente que o colchão tem uma área afundada onde você normalmente dorme?
  • O colchão está excessivamente rígido, causando dormência ou pressão nos quadris?
  • Você tem o hábito de trocar de posição várias vezes durante a noite, ou acorda com as cobertas completamente reviradas?
  • Acorda com a sensação de mais cansaço do que quando foi dormir?

Se você respondeu “sim” para dois ou mais itens, vale a pena avaliar se o seu colchão ainda atende às suas necessidades.

Uma nota sobre durabilidade

A densidade do colchão é um indicador importante de longevidade. Um colchão de espuma certificada pelo INER com densidade D28 ou superior, por exemplo, tende a manter suas propriedades de suporte por mais tempo do que opções de densidade inferior.

Colchões de molas ensacadas, por sua construção independente, também costumam apresentar maior durabilidade e menor afundamento localizado ao longo dos anos.

Esses não são detalhes técnicos irrelevantes, são critérios diretamente ligados à capacidade do colchão de manter o suporte que o seu corpo precisa para completar ciclos de sono sem interrupções.

👉Saiba mais em: Qual o melhor colchão de espuma – D28, D33 ou D45?

O colchão é a ferramenta de trabalho do seu corpo enquanto você dorme

O sono REM não deve ser visto como um luxo reservado para quem tem tempo de sobra. É uma necessidade biológica, parte fundamental do processo de recuperação mental, consolidação de aprendizados e regulação emocional que acontece todas as noites, independente da nossa agenda.

E assim como você não escolheria trabalhar com ferramentas quebradas ou inadequadas, não faz sentido subestimar a base da sua recuperação física, mental e emocional.

A boa notícia é que a mudança começa com uma escolha concreta: o colchão certo para o seu corpo, seu peso, sua posição preferida de dormir e as suas necessidades de suporte.

Explore os colchões da BF Casa, temos opções em molas ensacadas, 100% espuma e tecnologias exclusivas para que você encontre o suporte ideal para o seu sono.

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Perguntas frequentes sobre sono REM

Quanto tempo dura o sono REM?

Cada bloco de sono REM pode durar entre 10 e 60 minutos. Os primeiros blocos da noite costumam ser mais curtos; os das últimas horas do sono são os mais longos. No total, o sono REM representa cerca de 20% a 25% do tempo total de sono de um adulto, o que significa aproximadamente 90 a 120 minutos por noite em 8 horas de sono.

Como saber se meu colchão está muito velho?

Colchões de espuma geralmente têm vida útil entre 8 e 10 anos, dependendo da densidade. Molas ensacadas de qualidade podem durar até 12 anos com uso adequado. Sinais práticos de que está na hora de trocar: afundamento visível na área de uso, sensação de molas ou estrutura interna, dores físicas que surgem ao acordar e desaparecem ao longo do dia, e aumento perceptível na frequência de microdespertares.

Dormir de lado atrapalha o sono REM?

Não necessariamente. A posição lateral é, inclusive, uma das mais recomendadas pelos profissionais de saúde e pode ser confortável para muitas pessoas. O que importa é que, independentemente da posição, a coluna esteja alinhada e os pontos de pressão (especialmente ombros e quadril, para quem dorme de lado) sejam adequadamente distribuídos pelo colchão. Um colchão com boa capacidade de adaptação ao contorno do corpo é especialmente importante para quem dorme nessa posição.

O sono REM pode ser melhorado com hábitos?

Sim. Manter horários regulares de sono, evitar telas antes de deitar, reduzir o consumo de álcool (que fragmenta os ciclos de sono) e criar um ambiente escuro e silencioso são hábitos que favorecem a qualidade geral do sono, incluindo a duração e a profundidade das fases REM. O colchão adequado é parte dessa equação, mas não a única.


Importante: As informações deste artigo têm caráter educativo e informativo. Para questões relacionadas a distúrbios do sono, insônia ou condições médicas, recomendamos consultar um profissional de saúde.

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Vanessa Ferraz é uma líder inspiradora e uma autoridade no segmento de colchões. Com mais de 10 anos à frente da BF Colchões e da BF Casa, já ganhou prêmios e alcançou marcas significativas para o setor, sempre priorizando a inovação, investindo em tecnologia e visando a excelência no atendimento ao cliente. Aqui no blog da BF Casa, Vanessa traz conteúdos completos que não apenas aumentam a segurança de seus clientes, mas garante que toda a comunidade digital possa ter acesso a informações úteis sobre produtos, tecnologias e qualidade de vida através do sono.

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